Ovodoção ou Embrioadoção – Hoje, resolvi explicar as indicações dessas alternativas:
Ovodoação – muitos fatores podem determinar a necessidade da utilização de óvulos doados, entre eles:
✅baixa reserva ovular por conta da idade
✅falência ovariana prematura ou a provocada por tratamentos cirúrgicos de endometriose ou contra o câncer
✅abortos recorrentes
✅doenças genéticas transmissíveis pelo óvulo
Em geral, é usado o sémen do parceiro. A ovodoação pode ser compartilhada ou altruísta. A doadora compartilhada é uma mulher que também precisa passar por uma. Ela deve ser jovem e saudável, mas impossibilitada de ter filhos por problemas tubários ou porque o marido é infértil. A mulher pode não possuir condições de arcar com o custo total do tratamento e escolher compartilhá-lo com outra paciente. O anonimato de ambas é garantido.
Embrioadoção – indicada especialmente para as mulheres que não possuem tanto óvulos quanto sémen. Muitos casais também optam por esse procedimento por vários motivos, entre eles:
✅tentativas de fertilização ou inseminação sem sucesso
✅casal ou um dos parceiros com idade avançada para evitar alterações genéticas
✅casais na fila de adoção que não querem aguardar o longo processo de seleção
✅quando apenas um dos dois não tem gametas e preferem que a criança não tenha as características apenas do pai ou da mãe
✅pessoas que querem um tratamento mais em conta que a fertilização.
✅mulheres solteiras, sem parceiro, e com idade avançada
A escolha do embrião é feita de acordo com as características físicas. Após a escolha, ele é implantado no útero da adotante. Estes embriões são excedentes de tratamentos de reprodução, que os casais preferiram doar em vez de descartar. As clínicas especializadas tem uma listagem onde constam os embriões disponíveis, com todas as características físicas do casal doador. Aqui também é guardado o anonimato.

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