O que é a Embrioadoção?
É a adoção de embriões excedentes dos tratamentos de reprodução assistida. É comum que sejam gerados mais embriões do que serão implantados, por isso há esta sobra. A lei determina que eles sejam mantidos congelados por pelo menos 3 anos, podendo ser descartados ou encaminhados para pesquisa, além da possibilidade de serem doados para um casal a qualquer momento.
Quem não consegue engravidar, mesmo fazendo inseminação ou fertilização, pode adotar estes embriões. O casal pode escolher de acordo com suas características físicas e após ele é implantado no útero da adotante. 


Quem pode adotar? 
O procedimento é autorizado desde uma resolução do Conselho Federal de Medicina de 1992. Porém, a prática só ganhou mais destaque nos últimos dez anos com a melhora das técnicas de congelamento, que garantem mais qualidade dos embriões. Vale ressaltar que embrioadoção não dever ser a primeira opção do casal. Antes, o ideal é investigar as causas da infertilidade e buscar tratamento. Os casos mais comuns de pessoas que fazem a embrioadoção são:
– pacientes que fizeram várias tentativas de fertilização sem sucesso;
– mulheres solteiras, sem parceiro, e com idade avançada;
– casal ou um dos parceiros com idade avançada para evitar alterações genéticas;
– pacientes que já conheciam a ovodoação e que ao saberem desta alternativa escolhem o embrião.

Eu posso doar meus embriões excedentes? 
Os pais biológicos precisam autorizar a doação dos embriões para adoção. A decisão é muito pessoal. Alguns contam que doam por solidariedade porque já passaram pelos mesmos tratamentos de quem deseja ter um filho, mas ainda não conseguiu. O sigilo entre as partes é garantido pelo CFM. O casal que adota não tem custos com o embrião, mas sim com o implante no útero. 

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